Brasil, o país da undécima hora

O dogma darwinista e a coragem que falta à ciência

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É comum no Brasil às pessoas deixarem para cumprir uma tarefa sempre atrasada e isto acontece tanto para o que é importante até o trivial, seja perante uma necessidade material, intelectual e até pessoal.

Tal costume pode levarem os indivíduos a danos de qualquer natureza e até à fatalidade, pois o adiamento de certas obrigações, às vezes, são irreversíveis.

Já comentamos sobre os dezesseis atos que levaram à sistematização da fraude e a ilegitimidade das eleições, em função das explanações de Empresa de auditoria da Argentina e ainda aguardando o relatório das Forças Armadas.

A corda esticou demais e poderia ter sido diferente, não fosse a qualidade de nossos políticos, à rejeição a Bolsonaro pelo sistema, propagado diuturnamente pela quase totalidade da imprensa em especial, às Organizações Globo e o mundo esquerdopata, que vem abraçando à ideologia, há algum tempo, querem às facilidades do Brasil, mas, notaram que com Bolsonaro, não conseguiriam.

Estamos numa situação insustentável em todo território brasileiro, que além de nos deixar apreensivos, nos causam uma espécie de comiseração pelos brasileiros que estão na frente, enfrentando incômodos, riscos e intempéries, implorando medidas urgentes para não deixarem Lula tomar posse, pela suspeita de fraude, que mais uma vez se desenham nas ruas, para todos brasileiros e o mundo, que era impossível Bolsonaro perder às eleições. Nem na undécima hora aceitaram o voto impresso. Que prejuízo ético, moral e financeiro e neste momento agrava mais.

Existem três possibilidades de resolvermos o grave impasse, caso sejam comprovadas às fraudes, ainda que  com um pouco de força moral, afinal a nossa constituição já foi vilipendiada várias vezes, e por outro lado, a nosso ver, os ativismos e seletividades dos Ministros do Tribunal eleitoral, já são suficientes para anularem uma eleição, infelizmente, na undécima hora, pois desde que aquela “jabuticaba brasileira” o TSE [só existe no Brasil], não aceitou o acoplamento de uma simples impressora para tornar o escrutínio auditável, já era motivo para uma manifestação em função da não justificativa plausível dos homens que têm a incumbência de defenderem à transparência, mas, nossos políticos de “rabos presos” e os traidores e sabotadores da pátria, como Rodrigo Maia, Alcolumbre, Lira e Pacheco,  não arriscaram a enfrentar o judiciário.

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Talvez quando for publicado este texto, na próxima terça-feira, dia 08 de novembro, já exista uma solução, para não permitirem que às atrocidades cometidas pelo sistema prevaleçam, a começar por não deixar aumentarem o teto de gastos, culminando até com o reconhecimento da vitória de Bolsonaro, se possível.

E plagiando um certo hino de um time de futebol, o que interessa é vencer, vencer e vencer, pois seria um desgosto profundo não ter o “exército de um homem só” – Bolsonaro – liderando o mundo. Ele merece, pois só com sua força moral, suas palavras inapropriadas, inerentes aos corajosos e autênticos, ele conquistou o Brasil desde a tampa até o fundo. Veja a massa nas ruas.

Dane-se o constrangimento com os países hipócritas, sobre medidas democráticas e legais parecerem golpe, afinal quem precisa do Brasil são eles, e até indagamos: Por que a Venezuela, Cuba, Nicarágua, China, Coréia do Norte, Rússia e outros países em constantes guerrilhas, fechados para mídia, que cometem barbaridades e todos engolem com medo de “OGIVAS” e retaliações terroristas de quem as têm, fingem que não veem e nada acontece?

Os apaziguadores e emissores de conceitos como Organização dos estados da América – OEA, Organização das Nações Unidas – ONU, Organização do tratado do Atlântico Norte – OTAN, Organização mundial de Saúde – OMS (puxadinho da China) não passam de organismos políticos, hipócritas que não fazem nada a não ser reuniões onde se discutem tudo e não se resolvem nada, a não ser contra os mais fracos. Se resolvessem tudo de verdade, mudariam o rumo do mundo que está caminhando para entropia, juntamente com esta geopolítica globalista, imperceptível pela maioria, quanto a ser um modelo dos bilionários sem escrúpulos, escravizarem, os mais miseráveis, que são à maioria; pobre é fácil e barato de controlar pelo estômago e oferta de cura com pouca dignidade, é o que eles pensam.

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Qualquer estudioso do desenvolvimento socioeconômico sabe que a inteligência artificial, criará um transtorno no nicho de oportunidades de empregos brevemente; ficaremos quase todos debaixo do “cobertor curto” do Estado, haja vista, que a grosso modo, numa síntese teórica, mas, muito lógica, à dívida mundial (habitantes e países) é 305 trilhões de dólares, o PIB mundial é 96 trilhões de dólares, os valores em moeda circulando, é 70 trilhões de dólares (estimados). Qualquer um economista, que tenha neurônios acima da média, sabe que o custo de viver crescerá sempre mais que o valores apurados com produção – PIB. Como ficará à dívida do mundo crescendo progressivamente, considerando o déficit econômico diante da demanda demográfica? Que mundo virtual e ilusório! Pensa-se economicamente, a curto prazo, pois o imediatismo, garante um retorno seguro, e o resto não interessa. Imaginemos uma moratória mundial? Teremos que ressignificarmos tudo, convivermos apenas com o necessário e haja guerras e desentendimentos. Solução: “Ominis producendo ubi nihil fit”! – Todos produzindo onde não se produzia nada! Ou não come.

Contudo, se não houver jeito mesmo, por motivos supervenientes, ou conspiração muito secreta, o que não acreditamos, e Lula vier a assumir ou mesmo o Alckimin; Bolsonaro, às Forças armadas com o apoio do povo terão que entregar o Brasil, pelo menos organizado institucionalmente, pois, não daremos conta de aguentar à esquerda e uma Corte Suprema ditatorial. Três batidinhas na mesa para espantar!

Reconheçam, não dificultem, enquanto está em tempo, na paz e sem sangue, Lula, o maior ladrão do mundo, não pode governar o país mais promissor do planeta, pois, desta vez, ele venderá o Brasil para às Repúblicas da China e Índia e outros agregados do oriente, que somam mais da metade da população do mundo e precisam se alimentarem.

Esperamos que haja uma “caixa preta” cujos documentos sejam irrefutáveis.

Deus salve o Brasil!

Luiz Fernando Alfredo

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