É crônica. Mas sem muita gravidade. Flutua como na lua. Já comi queijo melhor. Com goiabada de companhia. A de luz deu bandeira dois. Mas é melhor não se expor. Na vitrine é obrigado por etiqueta. E aqui não se encontra boas maneiras.
É que não tem um manual pra fazer isso. Se as mãos digitam seria digital? Impressão sua. Já nem são impressas mais. E fazer força não adianta. Por que tão apressado? No orçamento é com cê-cedilha. Mas isso não tem nenhum valor.
Aliás, os valores são personalizados hoje em dia. Cada um tem o seu. Seu? Não, de cada um. Próprio. Privado. Mas público quando é publicado. E desconhecido porque ninguém quis saber.
Desconhecimento. É ele que move o mundo. Se soubessem a problemada que podia dar nem davam início. Melhor era manter a roda quadrada. Enquadrada. Na parede, só pra se observar. Sem serventia nenhuma. Desescravo da obrigação de ser.
Uma ideia vaga. O pensamento vagueia. Apesar de tudo, existe. Mas quem bebe daquela água? Danço eu, dança você. Uma coisa leva a outra. Uma palavra diz tanta coisa. E eu não tenho mais nada pra dizer.
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Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.



























