Desde sempre, filósofos, religiosos e pensadores procuram respostas para as grandes questões da existência. Uns afirmam, outros negam, enquanto muitos simplesmente aceitam aquilo que aprenderam.
Mas fica uma pergunta: será que a maioria não tem capacidade para pensar, ou apenas não se dá ao trabalho de fazê-lo?
Não é preciso ser filósofo para questionar. Pensar é comparar, duvidar, investigar e admitir a possibilidade de estar errado.
Talvez o maior obstáculo ao discernimento não seja a falta de inteligência, mas a comodidade de aceitar respostas prontas.
No fim, uma pergunta simples pode ser incômoda:
Aquilo em que acreditamos é realmente fruto de nossa reflexão – ou apenas aquilo no que nos ensinaram a acreditar? Ou, quem sabe, alguns acreditam, sem questionar, que toda a simetria e complexidade saíram de uma inteligência infinita: Deus.
Luiz Fernando Alfredo
Veja também:
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.





























