Febre amarela: divulgado laudo parcial de exame feito em macaco encontrado na Av. do Contorno em Varginha

Febre amarela: divulgado laudo parcial de exame feito em macaco encontrado na Av. do Contorno em Varginha

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Em setembro, a Secretaria de Saúde de Varginha comunicou que foi encontrado um macaco morto, , aparentemente agredido por cão, na avenida do Contorno, nas proximidades do trevo que vai para  Elói Mendes.

Foram coletadas amostras para análise de febre amarela e encaminhadas para a Funed, em Belo Horizonte.

O laudo parcial foi divulgado nesta segunda-feira (2/10) e resultou negativo para febre amarela, porém o laudo final ainda será divulgado. Continuam em análise amostras de fragmentos de órgãos através de histopatologia.

O encaminhamento de amostras para análise de febre amarela em primatas é uma atividade de rotina para vigilância da febre amarela. É importante ressaltar que os primatas não transmitem a doença.

A única forma de prevenção da febre amarela urbana é através da vacinação! O imunizante está disponível na central municipal de vacinas e em todas as salas de vacina do município.

Sintomas

Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.

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Transmissão

O vírus da febre amarela é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A doença não é passada de pessoa a pessoa. A série histórica da doença no Brasil tem demonstrado maior frequência de ocorrência de casos humanos nos meses de dezembro e maio, como um padrão sazonal.

A febre amarela silvestre ocorre, principalmente, por intermédio de mosquitos do gênero Haemagogus. Uma vez infectado em área silvestre, a pessoa pode, ao retornar, servir como fonte de infecção para o Aedes aegypti (também vetor do dengue), principal transmissor da febre amarela urbana.

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