Falar nisso, teve aquela vez que o sobrinho era novinho ainda, faz tempo, família reunida na mesa do almoço, e ele, do nada, pergunta:
— Vó, cê conhece o Mário?
Silêncio assustador. Rostos apreensivos, mas a vó, corajosa, quis saber onde aquilo ia dar:
— Que Mário?
— O primo do meu pai, que mora lá em Brasília…
Ainda não era o fim do mundo naquela época.
Mas não era nada disso que eu ia falar. A pergunta era: você conhece o Kindle? Lê-se: “quindôl”. Isso mesmo.
A princípio, é um aparelho que parece um tablet, mas que serve só no pra ler livros sem papel. Claro, a experiência deve ser bem pior do que ler um livro de verdade e trata-se de um dispositivo que varia entre o caro e o caríssimo e a última novidade que trouxe foi uma tela colorida. Ou seja, é estranho pra caramba.
O que talvez pode ser que você não saiba é que existe um aplicativo Kindle, gratuito, para celulares normais como os nossos e que dá a você acesso a mesma biblioteca da Amazon, com seu catálogo robusto de e-books gratuitos ou pagos e serviços de assinatura. Tão robusto que qualquer um pode publicar lá. Inclusive eu.
E é nesse ponto que a gente queria chegar.
O livro “Cotidiano”, uma clássica coletânea de praticamente todo o meu repertório, meus 29 leitores já conhecem. O que ninguém, em todo o universo, poderia imaginar – simplesmente porque tem coisa mais importante pra pensar, claro – é que agora, em pleno setembro de 2025, apareceria uma obra nova, inédita, razoavelmente extensa, batizada de “Desencontro”.
Eu tenho plena certeza que você adoraria folhear esse livro. O problema é que é meio inviável. Acho que a Amazon imprime lá nos ‘Estadunidos’ e o frete pra trazer pra cá costuma ser proibitivo.
É aí que vai o Kindle. Porque você poderia ter acesso ao e-book no seu celular mesmo, por um valor razoável.
Digo “poderia”, porque dos DIAS 3 A 5 DE SETEMBRO VOCÊ PODE BAIXAR, TOTALMENTE DE GRAÇA, sem precisar sequer do valor razoável. Basta instalar o aplicativo Kindle e adicionar meu “Desencontro” à sua biblioteca, seja no celular ou no computador.
Isso porque eu faço questão que alguém, por favor, leia, depois da trabalheira que tive para escrever aquilo lá. E, talvez – eu disse talvez – porque a vaidade seja maior que a ganância no meu caso. E isso explica muita coisa.
Enfim, se tiver dúvida, me pergunta. Sobre o livro, claro. Nada sobre a hierarquia dos pecado. Ôsh.
Se ler, obrigado. Se gostar do que leu, avalie lá com estrelinhas, comentários ou recomendações.
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.


























