Você deve conhecer Brainstorming, né? Aquele tipo de reunião onde todo mundo dá ideia idiota até parecer que a ideia do chefe não é tão ruim. Essa não precisa de manual porque pra dar ideia idiota a gente já nasce pronto. O problema acontece quando precisamos participar de uma reunião de alinhamento. Aí carece de outras inteligências.
Tudo depende de uma decisão pessoal a ser tomada no caminho. Mais precisamente naquele momento em que você pára pra completar a xícara de café: e aí, Jeremias, você prefere não ter amolação ou quer que seu trabalho faça sentido? Não existe a resposta certa. Só consequências.
Seja qual for a sua decisão a reunião vai começar com a afirmação de que estão todos ali para pensar junto, alcançar os mesmos objetivos e que a equipe precisa de sinergia. Ou seja, tudo apontando para o caminho de que “se todo mundo concordar a gente volta pra nossa cadeira rapidinho.”
E é simples entender que o que toda liderança almeja na vida é alta produtividade, obediência irrestrita e amolação zero. Então, se você estiver disposto a trabalhar sem questionar, a sinergia acontece.
O problema, Jeremias, é que o dia a dia de trabalho não costuma obedecer, seja qual for a produtividade que você precise apresentar. E não é preciso elencar aqui o mar de ruídos, retrabalhos e conclusões simplistas e precipitadas que uma liderança normalmente tem sobre o trabalho dos outros.
E meia dúzia de planilhazinhas cheias de números e gráficos sequer resumem essa realidade. Na maioria das vezes, até distorcem ela e aí, meu amigo, fica difícil manter a consonância, não é?
Então, como se reunir sem animosidade nesse caso? Bem, Jeremias, a resposta é simples de dar e difícil de executar. Reúna informações – completas, determinantes – sobre quanto dinheiro eles vão deixar de perder se conseguirem sair da bolha. E, então, apresenta pra eles na reunião. Se possível, sem subir na mesa.
Luiz Gustavo é cronista. Como não conseguiu pagar as contas fazendo isso, trabalha também. Com atividades extras, porque as contas são muitas. Mora com a família em Elói Mendes/MG, onde cultiva uma horta nos finais de semana, joga videogame com frequência e mantém uma rede na garagem. Raramente tem tempo pra escrever alguma coisa.

Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.



























Respostas de 2
Éssa de morar em Elói Mendes e fazer tudo aquilo, foi muito boa!!!
Também moro lá rsrs.
Pois é, Targino. De vez em quando a gente acerta algumas decisões sérias na vida…