Recursos do Funcafé estão disponíveis em 12 instituições financeiras

Foto: Luiz Valeriano / Comunicação CCCMG

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Os cafeicultores brasileiros já podem acessar as linhas de financiamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) em 12 instituições financeiras.

Outras 25 instituições financeiras oferecerão em breve o Fundo. De acordo com informações do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, há esforços para acelerar esse procedimento e disponibilizar os recursos do fundo com mais agilidade. 

 “O Funcafé ajuda o produtor no dia a dia do seu custeio, para que ele possa armazenar esse café e colocar no mercado no momento mais apropriado, com melhores preços. O banco financia até 70% do preço do produto. O financiamento atende a produção, assim como a indústria, que são considerados importantes. Todos eles têm acesso a esse recurso”, destaca o presidente do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro.  

As linhas de crédito podem ser usadas para financiar os cafezais que sofreram danos com chuvas e geadas, os tratos culturais da lavoura, além da comercialização, armazenagem, aquisição do produto, capital de giro para indústrias e cooperativas de produção.

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A taxa de juros do Funcafé para esta safra está limitada em 11%.

Confira as instituições financeiras que já oferecem os recursos do Funcafé.

  • Banco Ribeirão Preto 
  • Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais-BDMG 
  • Banco Inter 
  • Bradesco
  • Central Cresol 
  • Credinter  
  • Agrocredi
  • Credicarpa
  • Credialp 
  • Credicarmo 
  • Credivar 
  • Central de Crédito do Espírito Santo  

Outros 25 agentes financeiros estão em fase final de contratação. Ao todo, o fundo destina R$ 6,058 bilhões para a safra 2022/2023.

Os recursos estão distribuídos nas seguintes linhas:

  • crédito de custeio: até R$ 1,57 bilhão;
  • crédito de comercialização: até R$ 2,17 bilhões;
  • financiamento para Aquisição de Café (FAC): até R$ 1,38 bilhão; 
  • crédito para capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café e para cooperativa de produção: até R$ 775 milhões;
  • crédito para recuperação de cafezais danificados: R$ 160 milhões.

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