Está ficando muito difícil escrever sobre o que ocorre no Brasil atualmente,
pois, fatos verdadeiros, imagens originais, artigos jornalísticos, fotografias
incontestáveis, enfim, quaisquer informações acompanhadas de opiniões
abalizadas são imediatamente refutadas, distorcidas por um veículos de
imprensa jurássicos ou por esquerdistas fanáticos, como se fosse num jogo
de“ping pong”; devolvem a mesma bola estragada, numa velocidade
superior de cunho cínico impingindo aos adversários o que eles fazem e
negam.
A nossa imprensa convencional perde gradativamente pelas mídias sociais;
estão vencidas por pequenos cenários e simplesfigurinos e sobretudo mais
notícias verdadeiras.Fomos pesquisar para definirmos o que ocorre no Brasil diante dessas
abomináveis inversões de valores e encontramos um artigo de Luiz Flávio
Gomes – Jurista, o qual copiamos parte.
Manifestante é manifestante, bandido é bandido e terrorista é terrorista.
O legislador e a polícia estão confusos (por ignorância ou por má-fé) e não
estão sabendo distinguir o joio do trigo. Manifestante legítimo, que está
descontente com sua situação salarial ou com a brutal desigualdade aqui
implantada ou com sua crise de governabilidade do país, que não lhe
oferece serviço público de qualidade (educação, saúde, transportes etc.),
não é bandido, porque ele não faz uso da violência, não sai por aí
quebrando bens públicos ou privados, não usa máscara e não recebe
nenhum dinheiro para jogar no time do “quanto pior melhor”. O
manifestante tem direito e liberdade de criticar, de se reunir, de protestar,
ainda que isso cause certa “desordem pública” (no trânsito, nas vias
públicas).
O projeto que criminaliza genericamente a desordem pública é mais
reacionário que a legislação da ditadura militar e aniquila todas as
liberdades duramente conquistadas pelo povo.
Bandido é outra categoria, é o que sai mascarado quebrando tudo que vê
pela frente, é o que não respeita nem coisas nem pessoas, é o que ganha
para promover a quebradeira geral, é o que criminosamente dispara rojões
para matar pessoas. Os bandidos são contra a democracia, não querem
dialogar e usam a violência como meio de protesto. Devem ser reprimidos,
não há dúvida, mas para isso não necessitamos de novas leis penais, o que
sempre dá ensejo ao charlatanismo dos legisladores oportunistas, que
vivem em busca de gente tola que acreditem neles nesse terreno do
“combate” (falacioso) à criminalidade e à violência.
Bandidos comuns, como os que mataram o jornalista Santiago, não têm
nada a ver com o terrorismo, que exige não só uma estrutura
organizacional sofisticada como uma motivação ou finalidade especial
(política, separatista, racista, religiosa, filosófica etc.).
Todo terrorista é um homem/mulher-bomba (real ou potencial), mas nem
todo homem/mulher-bomba ou que solta bomba é um terrorista. O
legislador brasileiro, que já enganou todo mundo várias vezes com suas leis
penais vigaristas, que nunca diminuíram a criminalidade, se esquece que
“pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por
todo o tempo; mas não se pode enganar a todos o tempo todo” (Abraham
Lincoln).
De 1940 a 2013 o legislador aprovou 150 novas leis penais, sendo 72% mais
severas. Essa política pública está errada, porque não reduz o crime. Todo
mundo viu e filmou o rojão que matou Santiago, menos a polícia, que não
tem treino para agir preventivamente. Espera-se a morte chegar para
depois reagir. O grande erro é não termos políticas públicas de prevenção
do delito, tal como fazem os países de capitalismo evoluído e distributivo
(Dinamarca, Canadá, Japão, Coreia do Sul etc.), fundado na educação de
qualidade para todos, na ética e no conhecimento científico.
O que o país gasta com a remuneração do seu establishment somada a
lucratividade oriunda do “balcão de negócio”, sempre prejudicando o
tesouro nacional em favor dos “sócios” do país através da mancomunação
contumaz, praticamente, eivada de impunibilidade, sobrestamento de
processos que dá margem aos prazos indefinidos impondo solução de
continuidade obscena, ferindo os princípios do processo legal,
aumentando a casta inexpugnável em todos os governos, pois, embora
com menos integrantes efetivos superam a maioria pela força do dinheiro,
do poder, às vezes, abusado.
Soluções quase utópicas: reformar o sistema como um todo na base da
imposição dura da lei ou o povo responder nas urnas auditáveis o que eles
querem para a nossa nação, evidentemente que, mudando as leis que
deveriam punir os parlamentares que prevaricam, engavetam, levando os
Presidentes Pacheco e Lyra, do Senado e das Câmara Federal ao
impeachment. É lógico, punições para todo o legislativo, são privilegiados,
fazem leis maravilhosas para eles e seus assessores, ativando o gatilho
isonômico em todos os Entes Federados.
O poder legislativo é o mais importante da democracia, representante do
povo, do qual o poder emana, excetuando alguns patriotas de bem, o mais
despudorado que temos. Será que nós votamos mal ou a maioria de nossos
representantes são politicamente despreparados e desprovidos de
caráter?
Não somos videntes, mas, temos facilidade de antever alguns resultados
assertivos bem longe do presente. A propósito, em 2017, na qualidade de
Secretário da Administração da Prefeitura, admoestamos que a lei
complementar nº 01, daquele ano, estaria sujeita a inflacionar a
remuneração dos Procuradores Municipais, com muita disparidade da
remuneração média do Município, inclusive Agentes políticos, mas, fomos
vencidos por argumentos contrários e de subordinação, por outro lado,
nossa Câmara aprovou inocentemente (como sempre não estudam,
seguem pareceres incompetentes), e hoje os Procuradores, perante os
demais servidores são verdadeiros privilegiados, embora seja legal neste
caso, recebem mais do que o Prefeito, provavelmente.
Não cremos em tendência dolosa, mas, no caso em tela, podemos
exemplificar: não se pode fazer mudanças até onde o nariz aponta, pois
podem afetar uma série de injustiças e desperdícios evitáveis.
Não percamos a fé!
Luiz Fernando Alfredo

























Respostas de 2
A coluna é sempre, mas sempre ruim.
E o pior:
Não quer dizer nada com nada. Malabarismo ortográfico para compor pretensa atividade intelectual.
E pior ainda:
Copia parte de artigo de um autor e NÂO coloca em aspas, não cita o nome do artigo, data, etc. Novamente uma forma de hiperbolizar um fato sem nenhuma comprovação.
E pior, pior ainda:
Escreve na terceira pessoa do plural, mas nota-se que é um autor. Se é que pode chamar assim quem escreve estes textos.
E pior, mais pior ainda:
Texto ideologicamente enfadonho, descaracterizado da práxis politica, repleto de jargões potiqueiros e com critica rasa ao que, muito modestamente, tenta se levantar contra.
Patético.
Texto longo demais