Estamos sempre começando alguma coisa… Ou seria iniciando?
Pouco importa. O importante é começar, iniciar ou, numa forma mais completa de denominação, RECOMEÇAR, a todo instante.
Estou no pleito de um novo momento. Isso mesmo! Uma demanda de novos caminhos, estradas, trilhos, brenhas, bifurcações…
As bifurcações me apetecem muito, principalmente quando não temos o compromisso tedioso de escolher. Tudo aquilo que implica em escolhas é doloroso, complexo e injusto.
Se bem que para mim, escolher alguma coisa não significa que tenha que abandonar outras. Meus braços são grandes. Talvez um amplexo infinito capaz de abraçar um mundo inteiro e tudo o que existe dentro dele.
Sou melhor escrevendo do que falando. Quando falo estrago tudo. Mas nas palavras não. Elas são muito confortáveis para mim. Nelas me enrolo e desenrolo sem dificuldades. Gosto do conforto que os vocábulos seguidos de sinônimos, antônimos e espessas figuras de linguagem me proporcionam. Escrever é fluir a ARTE. É desenhar paisagens, esboçar pessoas, criar cenários. É a CULTURA de acondicionar sonhos, ilusões, pensamentos.
É o que pretendo fazer com esse espaço cultural que ganhei.
Uma coluna para espalhar ARTE e CULTURA em todos os seus segmentos, desnudando talentos icônicos ou ainda em estado de gestação.
Nessa coluna darei voz à uma linguagem subjetiva, mas detentora de uma objetividade precisa.
A ARTE antecede a CULTURA ou a CULTURA antecede a ARTE?
Tanto faz! Elas são irmãs gêmeas e andam de mãos dadas pelas redondezas da nossa PSIQUE.
Quando todos os homens compreenderem que a ARTE, precedida ou procedida da CULTURA é capaz de curar as nossas chagas invisíveis e nos livrar do ranço pesado do cotidiano, que ambas existem para que um ser humano deixe de exterminar o outro, talvez o universo entre no eixo e seja palco de mais compreensão, levezas e generosidades.
A abstenção de ARTE e CULTURA causa loucura, haja visto que muitos manicômios, depois que exterminaram os tratamentos de eletrochoques e lobotomias e passaram a usar a ARTE como terapia, transformaram pessoas em seres um tanto mais saudáveis e felizes.
A CULTURA, seja ela de entretenimento ou como forma de expressão de identidades, fortalece laços e expande conhecimentos.
Para se fazer ARTE e CULTURA é preciso “sair da caixinha”, “fazer xixi fora do penico”.
A ARTE e a CULTURA são libertadoras, transferíveis de ser para ser.
Eu ensino o que sei… Você me presenteia com aquilo que sabe.
Início, começo ou recomeço? Realmente, pouco importa!
O que importa é que esse espaço será usado para difundir o infinito e inimaginável mundo de todos aqueles que se expressam, por meio da criatividade, da sua identidade e pertencimento – a expressão artística que carregam dentro de si.
Isso mesmo! Tenho uma pena às mãos e um balde de tungstênio para desbravar e descrever a caixa de Pandora que acabo de abrir, pois antes de chegar a esses caracteres, de serem digitados e prensados no papel, passam pelos caminhos venosos desse meu coração incansável de pulsar e construir um mundo melhor, por meio de PALAVRAS.
Muitas novidades, bastidores, conceitos, personalidades, crônicas, poesias, tudo junto e misturado, para você mergulhar de cabeça no caldeirão cultural de Varginha e do mundo, porque a CULTURA acontece nos lugares mais inusitados, nos cantinhos mais omissos e nas almas mais atrevidas ou tímidas.
Eu serei a mediadora, porque sou, como já disse, melhor com as palavras, mas os demais serão protagonistas de um picadeiro, onde há espaços para todos, um camarim para cada estrela e um sol para cada cabeça.
Conheça mais sobre Malu Silva
Malu Silva, nome artístico de Maria de Lurdes Silva, construiu sua carreira como educadora, escritora e produtora cultural no interior de São Paulo e no Sul de Minas.
Acesse o site https://malusilva.com.br/ para conhecer mais de suas obras.
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.





















