Eu já disse aqui que gavetas são um perigo. Veja só o que eu achei: um livro de crônicas. Trabalho de escola feito em 1994, aos 13 anos! Editora Minha Mão, olha a logo ali na capa.
Nada de relevante, a não ser o fato de que eu já estava lá. Já pensou nisso? Você de hoje já estava lá quando você era pequeno?
De curioso, transcrevo na íntegra a dissertação do tipo: fala o que vai dizer, justifica e conclui.
Brasil
Brasil: dinheiro novo, tetracampeão de futebol, maior crescimento do PIB em 93 (esta última aí ouvi na propaganda da Telebrás, eu sei lá o que é esse tal de “BIP”). Será que agora o Brasil vai pra frente?
Início de 94 vem uma tal de URV, dizem que é pra entrar o dinheiro forte. Será que é parente do superman? Até que chega julho e entra o Hulk, ah não, o dinheiro forte, que, aliás, eu estava enganado, não tem nada a ver com força. É a estabilidade, não tem inflação, um blabláblá danado. O Brasil tetracampeão de futebol: depois daquele empate com o Canadá, num amistoso, quase desisti, mas foi lá e ganhou (no ‘penalty’, na final contra a Itália. Viva o Parreira!) Mas o tal do “KIB” que eu não entendo não vou falar nada. falar o quê?
Conclusão: seria o ideal responder a pergunta do primeiro parágrafo, mas como eu não sou adivinha, porque você não espera 10 ou 20 anos pra saber a resposta?
Depois de 30 anos, a resposta para o “Brasil” não é nada boa. Mas a conversa aqui é outra. Coisa maluca ver, agora, meu filho – quase completando 13 anos – achando graça na mesma brincadeira de escrever. Com uns temas um bocado diferentes. Vale a pena dar uma olhada:
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.





























