Ação Solidária

Grupo Fibromialgia Varginha promove feijoada beneficente em julho

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Evento beneficente arrecada fundos para apoiar mais de 200 mulheres com deficiência oculta no município de Varginha

O Grupo Fibromialgia Varginha promove no sábado, 11 de julho, das 11h às 15h, a “1ª Feijoada do Grupo Fibromialgia Varginha”. O evento beneficente, realizado em parceria com o Bar do Galo, servirá como plataforma oficial para o lançamento de um livro escrito por diversas autoras que convivem com a síndrome, com ingressos no valor de 25 reais por pessoa.

Arrecadação de fundos e apoio social

Toda a renda obtida com a venda dos convites e com a comercialização dos exemplares do livro será integralmente revertida para a manutenção das atividades do grupo. A meta da instituição é angariar recursos financeiros para assistir mais de 200 mulheres diagnosticadas com a condição, que é legalmente classificada como uma deficiência física oculta no município.

A programação do encontro contará com a apresentação de Ademir Santos e incluirá uma celebração religiosa, apresentações de música ao vivo e sorteio de prêmios entre os presentes. O público poderá optar pela reserva antecipada de mesas, ou realizar o pedido por meio do serviço de delivery.

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Os interessados em adquirir os convites ou efetuar a reserva de mesas para o almoço devem entrar em contato com os organizadores pelo número de WhatsApp (35) 99915-1826.

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Entendendo a fibromialgia e impactos

A fibromialgia consiste em uma síndrome neurológica crônica de alta gravidade, caracterizada por desencadear dores generalizadas e contínuas por todo o corpo humano, que persistem mesmo com o uso de terapias e intervenções medicamentosas. Por comprometer diretamente as funções do sistema nervoso central e não apresentar marcas externas na pele, a enfermidade é enquadrada na categoria de deficiência oculta.

Estatísticas de saúde pública apontam que a condição afeta cerca de 3% de toda a população brasileira. O recorte de gênero do diagnóstico evidencia que as mulheres são as principais vítimas da síndrome, correspondendo à proporção de 8 a cada 10 indivíduos que convivem com os sintomas no país.

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