O Governo de Minas Gerais afirmou que não tem recursos para pagar os reajustes adicionais promulgados no início da tarde dessa segunda-feira (18-4) pela Assembleia Legislativa de Minas, ALMG.
Os deputados estaduais derrubaram o veto de Romeu Zema (Novo) e concederam aumentos extras de 14% a profissionais da saúde e segurança e de 33,24% nos salários dos trabalhadores da educação.
Na folha de pagamento depositada em maio, será concedida a recomposição salarial de 10,06% a todo o funcionalismo. Os holerites das forças de segurança vão conter, ainda, a primeira das quatro parcelas de R$ 2 mil, pagas a título de abono-fardamento.
A Advocacia-Geral do Estado (AGE) vai acionar a Justiça para tentar reverter a derrota no Parlamento.
Impacto aos cofres públicos
O aumento de 10% deve trazer impacto anual de R$ 5 bilhões aos cofres públicos mineiros, o que seria, de acordo com o Governo, o limite de despesa adicional. Com os reajustes adicionais aprovado pela ALMG, o desembolso passaria a ser de aproximadamente R$ 14 bilhões.




























