Várias histórias de aproveitadores que gostavam de levar vantagens com pessoas com menos conhecimento. Os malandros deram muitos prejuízos com seus negócios. Muitos deles acabaram perdendo na intenção de levar vantagens. Muita gente perdeu suas economias na esperança de ganhar algum. Sobre a malandragem faltou mais essa.
Flaubertino, sem dúvida era um artista na arte de driblar alguém e tirar proveito da situação. Mestre em dobrar pessoas desavisadas, principalmente aqueles que não conheciam o dono da conversa.
Das muitas, Flaubertino fez um cidadão levá-lo de carro em um lugar que tinha uma entrada pela rua principal e saía por outra.
Flaubertino estava feliz da vida em um estabelecimento comercial, comemorando o título de campeão da Seleção Brasileira. Bebida descia toda hora que a garrafa esvaziava. Tira gosto não faltava. A mesa que estava ficou lotada de vasilhames de cerveja e pratos usados por variado tipos de comida. Não estava sozinho. Dois rapazes e duas mulheres faziam parte da mesa.
Depois de muito tempo, os convidados por Flaubertino foram saindo aos poucos, até deixar o personagem sozinho. No momento adequado o rapaz pediu a conta, justamente na hora em que a mulher do dono do bar substituía o marido, que foi tomar banho. Daí um fato curioso: Flaubertino conseguiu com seu papo infalível dobrar a mulher, dizendo que seu talão de cheques estava em casa, e que se pudesse chamar um amigo dela com carro, para que o levasse até a sua residência, para pegar o documento com o valor da despesa e mais uma gorjeta para o motorista.
Sem a menor preocupação, a mulher chamou um amigo da família para levá-lo e trazer o cheque daquele rapaz bem vestido e que havia feito aquela dívida em comemoração ao título do time brasileiro.
Com a maior boa vontade, o rapaz percorreu grande trajeto até a casa de Flaubertino. Por muito tempo o motorista ficou por ali estacionado diante de um portão. Meia hora depois, resolveu bater na entrada da casa. Não obteve resposta. Por mais uns 20 minutos o motorista aguardou por ali. Resolveu abrir o portão e sua surpresa foi enorme, o portão dava acesso à outra rua.
Moral da história: nem despesa, nem gorjeta foram pagas por Flaubertino. Dono do bar e mais o motorista ficaram a ver navios. Nunca avistaram Flaubertino.
JB Tatu é radialista. Torcia para o Cruzeiro, mas depois da semana passada, tá torcendo só para VEC e Boa.

Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.





























Uma resposta
Boa tarde!
Prá quem não sabe os textos do JB Tatu são autênticos,aconteceram de verdade ele só não dá o nome dos ‘santos”…..