A sociedade de um poeta quase morto

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Por Miguel Atalffo

Para o poeta que conheceu a morte
Foi criada tal sociedade,
Com o intuito de admirar sua sorte
E fazer com que seu nome corra pela cidade.

Um simples professor
Engraçado e simpático
Que disfarçava sua dor
E teve um fim dramático

Seus alunos o adoravam
“O capitão, meu capitão”
Era o que ele ouvia com os que adoravam
Como se fosse o tal lampião.

Amava a arte,
E também os poemas.
Amava tanto que dele já era até parte,
Que tratava até como teorema.

A sociedade dos poetas mortos
A magia os exaltava,
Ao entregar seus corpos
A magia que os agitava.

Miguel Atalffo tem 17 anos e é estudante do Colégio Logos de Varginha

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