Nos últimos dias, uma enxurrada de informações voltou a colocar em debate o visitante mais ilustre de Varginha. Um inquérito do Tribunal Militar aponta a hipótese de que o suposto ET seria um morador conhecido na cidade, apelidado de “mudinho”, que frequentava a região do Jardim Andere.
Ao mesmo tempo, surgem depoimentos que desafiam essa versão. Pessoas que, ao menos em tese, não teriam razões para inventar uma história dessa dimensão. É o caso do médico Ítalo Venturelli, que afirma ter visto a criatura, e do doutor Armando Fortunato, legista que examinou o policial que morreu após um suposto contato com o ser.
Não importa se o ET de Varginha existiu ou não. A essa altura, a pergunta já não é científica — é cultural. O caso ultrapassou o campo da ufologia e se transformou em identidade, memória coletiva e narrativa urbana.
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O ET está no imaginário popular, no turismo, no artesanato, na música, na literatura e na conversa de bar. Virou símbolo, marca e história contada de geração em geração. Poucos episódios colocaram Varginha no mapa do mundo com tamanha força e permanência.
Real ou não, o ET de Varginha já cumpriu seu papel: deu à cidade um mito contemporâneo, algo raro em tempos de tudo explicado pela internet. E, como todo mito forte, ele segue vivo — aqui, em Minas Gerais, em todo o planeta e em qualquer galáxia que porventura exista.
E você, acredita no ET? Eu acredito. Afinal, até hoje, ele nunca me contou uma mentira.
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Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.


























Respostas de 2
Eu penso que a pessoa agachado perto do muro, era o Mudinho!
Mas a Luz que muito disseram?!
Meu tio já falecido, morava na rua Maria Helena, Vila Mendes em 1970 contava que viu a Nave.