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Unimed Varginha aborda Doação de Órgãos no mês do Junho Verde e Vermelho

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Gesto nobre depende da autorização da família e salva a vida quem está na fila do transplante

Durante o mês de junho, a Unimed Varginha chama a atenção da comunidade para a importância da doação de órgãos. O Junho Verde e Vermelho é uma oportunidade de chamar a atenção para esta causa tão importante que ajuda a salvar a vida de quem aguarda por um transplante. De um mesmo doador, é possível obter rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córnea, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões, beneficiando inúmeras pessoas.

Em todo o país, existe uma lista única com potenciais receptores para cada tipo de órgão, monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Os pacientes recebem, através do SUS, assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.

O Brasil gerencia um dos maiores programas públicos de transplantes do mundo. O sistema segue protocolos específicos e técnicos rigorosos que garantem segurança para os pacientes e para a família do doador respeitando diversos critérios.

No Hospital Humanitas, quem viabiliza o processo de doação, cuida dos protocolos de atendimento para a captação dos órgãos e entrevista as famílias é a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante – CIHDOTT. O médico Armando Martins Pinto, presidente da CIHDOTT, reforça que a decisão da família em permitir a doação é sempre um ato de resiliência e humanidade. “Ainda mais importante do que se conscientizar e se declarar doador de órgãos é fundamental que você comunique sua família sobre sua intenção. No Brasil, a lei exige o consentimento familiar para que seja efetuada a doação em casos de morte cerebral confirmada”, comentou.

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A equipe multiprofissional da CIHDOTT é treinada para abordar a família do potencial doador de forma humanizada, sempre com muito respeito, cuidado e acolhimento. A morte cerebral muitas vezes surpreende os familiares, pois, na maioria dos casos, ocorre em decorrência de um traumatismo craniano ou AVC, por exemplo.

Portanto, converse sempre com a família e expresse a sua intenção de ser doador para que sua decisão seja respeitada e ajude quem precisa.

Seja doador de órgãos

Em vida, você também pode ajudar pacientes que precisam de doação de órgãos. Demandas específicas permitem que parentes de até quarto grau e cônjuges sejam doadores. Em demais casos, é possível realizar o procedimento, sem grau de parentesco, desde que com autorização judicial.

Outra forma de ajudar quem precisa é sendo doador de medula óssea. Em Minas Gerais, você pode procurar alguma unidade da Hemominas para se cadastrar no banco de doadores de medula. Neste procedimento, é coletada uma amostra de sangue que identifica seus dados genéticos e avalia a possível compatibilidade entre você e um paciente que precisa do transplante de medula óssea. Quando algum paciente compatível é identificado, a equipe entra em contato com você.

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Faça sua parte!

Nenhuma chance de salvar uma vida deve ser desperdiçada.

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