A UFLA – Universidade Federal de Lavras começa, nesta segunda-feira, 1º/12 a receber inscrições para o processo seletivo para ingresso de pessoas trans nos cursos de graduação presenciais, para o primeiro semestre de 2026.
O edital prevê vagas supranumerárias, ou seja, são vagas extras, para promover a inclusão de segmentos historicamente excluídos do ensino superior. O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) aprovou o processo seletivo.
As inscrições são gratuitas e estão disponíveis apenas pelo site da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops), no site cops.ufla.br, até 19/12/2025.
Conforme o edital, cada curso participante do processo seletivo disponibiliza uma vaga supranumerária específica para candidatos trans. O quadro de vagas contempla cursos da UFLA em Lavras e em São Sebastião do Paraíso.
Podem participar pessoas que tenham feito o Enem em uma das edições entre 2009 e 2024, sem nota zero na redação; tenham concluído integralmente o ensino médio em escolas públicas, ou em escolas comunitárias da educação do campo conveniadas com o poder público; e realizem autodeclaração como pessoa trans, no ato da matrícula inicial, por meio de formulário próprio. O documento detalha também as definições adotadas para travestis, transexuais e transgêneros, conforme Resolução Normativa CEPE nº 070/2023.
A seleção será feita exclusivamente com base na nota do Enem escolhida pela pessoa candidata no momento da inscrição. Em caso de empate, a UFLA utilizará critérios como maior nota em redação, linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas, sucessivamente, além da idade.
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.




























Respostas de 3
Só lacração, ciência mesmo nada. O Brasil não apresenta um projeto cientifico que signifique sequer um pequeno avanço na sociedade. Nenhum! E ainda tem idiota que defende que o governo tem que colocar mais grana na educação. Ai o que o governo faz: investe em formar militantes. Olha o nível das federais e seus estudantes. Deveria se investir mais na educação de base, ensinar a boa cultura para as crianças, as virtudes, os valores morais da sociedade ocidental.
Processo seletivo para trans?
Sinceramente não sei o que difere o intelecto de um trans para outro de diferente opção sexual.
Entendo sim, que tal processo é discriminatório.
Cotas são usadas para encher a universidade de alunos media 4, no máximo 5, pois, esses idiotas não vão questionar nada que os professores vão ensinar, ate porque se são media 4 não tem capacidade cognitiva pra isso e assim a fabrica de militantes eh alimentada todo ano.