Com a conclusão do inquérito policial referente à operação “Ergo Gennan” de 2019, 7 pessoas foram indiciadas por comercialização de suplementos alimentares falsificados.
Os envolvidos foram indiciados por crimes contra a propriedade da marca, falsificação de produto alimentício, importação fraudulenta, venda de mercadoria contrabandeada e associação criminosa, cujas penas máximas, chegam a 20 anos de prisão.
Na investigação, a Polícia Federal periciou 163 produtos apreendidos, de várias marcas, e diversos materiais usados para fabricação e adulteração de cinco tipos de produtos.
14 não possuíam autorização da Anvisa para comércio no território brasileiro, 13 não obedeciam às normas da Agência para a venda no território nacional, no que diz respeito à rotulagem em língua portuguesa e sete produtos tinham laudo inconclusivo quanto aos componentes encontrados.
Durante a operação, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária em investigação que apurou a fabricação ilegal de suplementos e a comercialização em lojas mantidas pelo grupo, nas cidades de Alfenas, Varginha, Lavras, Pouso Alegre, Poços de Caldas e no estado de São Paulo.
Fonte: G1 Sul de Minas




























