foto: RFB
A Receita Federal em Varginha divulgou o balanço oficial das apreensões de produtos irregulares em todo o ano de 2024.
Foram mais de R$21 milhões em mercadorias de contrabando, como cigarros, ou de importação irregular como eletrônicos, itens de informática, relógios, entre outros.
O valor total dos produtos apreendidos é 36% maior que em 2023, quando as apreensões foram estimadas em R$ 15,9 milhões.
Cigarros e bebidas alcóolicas representam 51% do total apreendido no ano. Equipamentos eletrônicos, pneus, calçados, itens de informática, bolsas e acessórios também estão entre as mercadorias encontradas nas operações, realizadas pela Receita Federal em parceria com a Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal.
O delegado da Receita Federal em Varginha, auditor-fiscal Eduardo Antônio Costa, explica que “a sonegação de impostos e a entrada irregular de produtos no país prejudicam os próprios consumidores e geram concorrência desleal.
A atuação da Receita Federal garante a manutenção de empregos formais, a defesa da sociedade e um ambiente de negócios mais justo no Brasil”.
As mercadorias apreendidas vão para órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos ou são leiloadas.
No caso dos itens que não podem ser doados, a Receita Federal busca a transformação. Bebidas alcoólicas são transformadas em álcool de limpeza; o tabaco dos cigarros é transformado em adubo orgânico; aparelhos de TV box são transformados em minicomputadores.
Os produtos, depois, são entregues para prefeituras, escolas, hospitais, entidades beneficentes, forças de segurança, entre outras instituições.
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.

























Uma resposta
Se realmente fosse pelo bem do consumidor e também da indústria e comércio nacional o governo reduziria impostos e burocracias.
O que foi feito é mera subtração forçada e não consentida de bens do cidadão para engordar o caixa do Estado.
Nada tem a ver com o bem público.