Exames não identificaram sinais de violência sexual na criança, mas apontaram indícios de maus-tratos e abandono, segundo a Polícia Militar. Mãe e padrasto foram presos; outras duas mulheres são suspeitas de incitar agressões contra o homem.
Quatro pessoas foram presas no último sábado (10), no bairro Jardim Orlândia, em Varginha, após uma denúncia de abuso sexual contra uma bebê de 1 ano e meio provocar uma sequência de agressões. Segundo a Polícia Militar, os exames realizados na criança não identificaram sinais de violência sexual, mas apontaram indícios de maus-tratos e abandono.
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A ocorrência começou quando os militares chegaram a uma residência e encontraram um homem de 45 anos sendo agredido por várias pessoas. De acordo com a PM, duas mulheres haviam relatado a vizinhos que ele teria abusado sexualmente da enteada e, em seguida, incentivado o grupo a matá-lo.
Durante a confusão, a mãe da criança, de 40 anos, que é surda, também foi agredida. Para dispersar as pessoas e controlar a situação, os policiais utilizaram um dispositivo de menor potencial ofensivo. Ninguém foi atingido pelo equipamento.
O homem e a mulher foram encaminhados para atendimento médico.
Exames apontaram indícios de maus-tratos
Enquanto uma equipe da Polícia Militar atendia à ocorrência na residência, outra acompanhava a criança no pronto-socorro. Após a realização de exames, não foram constatados sinais de violência sexual. No entanto, a bebê apresentava indícios de maus-tratos e abandono.
Diante das informações apuradas, a mãe e o padrasto foram presos após receberem atendimento médico.
As duas mulheres apontadas como responsáveis pela denúncia também foram presas. Conforme a Polícia Militar, elas são suspeitas de incitar a violência ao mobilizarem outras pessoas para agredir o homem.
Polícia não divulgará detalhes
Em nota, a Polícia Militar informou que não poderá fornecer informações detalhadas sobre a ocorrência por envolver uma criança em situação de vulnerabilidade.
Segundo a corporação, a restrição tem como objetivo preservar a identidade, a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a divulgação de informações que possam permitir sua identificação, mesmo que de forma indireta.
*Com informações: Varginha 24h
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.






















