foto: ALMG
Profissionais de segurança pública de Minas Gerais, das Polícias Civil, Militar e Penais, planejam paralisação dos trabalhos caso o Governo Estadual não atenda o pedido de recomposição salarial da categoria.
Em audiência pública realizada nessa terça-feira, 18, na Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, os profissionais mostraram que a inflação acumulada de 10 anos é de 74%, e os 3 reajustes salariais oferecidos pelo governador Romeu Zema somam 30%.
O secretário de Estado de Fazenda, Luiz Cláudio Fernandes Lourenço Gomes, participou da audiência e afirmou não haver possibilidade da recomposição enquanto, segundo ele, o Estado estiver em dificuldades financeiras ou fiscais.
Os profissionais afirmaram que reconhecem a ajuda de custo anunciada pelo Governo Estadual há alguns dias, mas o valor não substitui a recomposição salarial.
Também presente à reunião, o deputado Professor Cleiton (PV) defendeu a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) para garantir a recomposição das perdas inflacionárias dos servidores.
Ele afirma que o programa vai aumentar a margem de recursos que pode ser direcionada ao pagamento dos salários.
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.



























