Prefeitura de Varginha sanciona Lei Thayná Fabri em combate a violência contra a mulher

Foto: Divulgação / Twitter

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A Prefeitura de Varginha sancionou a Lei n° 7.549, denominada Lei Thayná Fabri, que institui diretrizes para campanhas de conscientização e combate à violência contra a mulher. O texto, de autoria da vereadora Professora Mônica Cardoso, foi publicado oficialmente na quarta-feira (06/05) e visa ampliar a rede de proteção através da informação e parcerias estratégicas. A medida responde à necessidade de fortalecer o enfrentamento ao abuso e ao feminicídio na cidade, garantindo que canais de ajuda sejam amplamente divulgados em espaços públicos e privados.

Diretrizes e canais de conscientização

A nova legislação autoriza o Poder Executivo a promover ações educativas, de forma direta ou em colaboração com entidades parceiras. O foco central da lei está em três pilares: conscientizar a população sobre as variadas formas de agressão, incentivar a prevenção e garantir a visibilidade dos meios de atendimento às vítimas. Entre os canais de denúncia priorizados pelo texto legal está o Disque 180, a Central de Atendimento à Mulher, além de outros números definidos pelo poder público.

As mensagens de apoio e combate à violência poderão ser veiculadas em uma ampla gama de locais estratégicos no município. A lei prevê a utilização de eventos culturais e esportivos, equipamentos públicos e meios de comunicação institucional para a disseminação de conteúdos informativos. Além disso, parcerias com a concessionária de transporte coletivo podem viabilizar a exposição de materiais educativos no interior dos veículos, bem como em pontos de embarque e desembarque de passageiros.

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Quem foi Thayná Fabri?

A jovem que dá nome à lei municipal tinha 24 anos e era uma figura conhecida e querida em Varginha. Apaixonada por cavalos e pelo futebol, Thayná era musa da torcida do Cruzeiro.

Sua trajetória foi interrompida de forma trágica na Avenida dos Imigrantes, onde trabalhava. Thayná foi morta com um tiro no peito disparado por seu ex-namorado, o bombeiro hidráulico Paulo César Júnior, que tirou a própria vida logo após cometer o crime.

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