O que o Tamagotchi dos anos 90 pode te ensinar sobre liderar a Geração Z

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Você teve um Tamagotchi nos anos 90?

Aquele brinquedinho pixelado — que apitava o tempo todo e exigia atenção constante — ensinava mais do que a gente imaginava. Alimentar, limpar, colocar pra dormir, cuidar. Era preciso estar presente. Um pequeno descuido, e ele já dava sinais de cansaço, carência… ou até “partia”.

Sem perceber, aprendíamos sobre responsabilidade, constância e cuidado.

Curiosamente, liderar a Geração Z hoje tem tudo a ver com isso.

Eles não querem apenas executar tarefas. Querem entender o porquê, participar das decisões, contribuir com ideias, pertencer a algo maior. Buscam propósito, autonomia, escuta e conexão real.

Assim como o Tamagotchi, essa geração precisa de atenção frequente, sinais claros e estímulo constante.
Mas com uma diferença fundamental: hoje, o “bichinho” também te questiona, propõe, cria e colabora.

E é aí que entra o segredo da liderança contemporânea:
Não se trata de controlar. Trata-se de se conectar.

Cuidar da equipe é estar presente antes da urgência.
É identificar sinais antes do sistema apitar.
É entender que constância, empatia e escuta ativa valem muito mais do que uma liderança esporádica e intensa.

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Se você lidera pessoas, talvez precise resgatar aquela lição simples da infância:

Gente precisa de cuidado todos os dias.

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