O deputado estadual Professor Cleiton, PV, se manifestou oficialmente contra a proposta do Governo Estadual de entregar a Cemig e a Copasa para a iniciativa privada.
Em nota divulgada em redes sociais, o Deputado afirma que Zema quer beneficiar empresários. “Protocolei requerimento na Comissão de Administração Pública, solicitando que seja encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Rio de Janeiro, um pedido de providências para averiguar sobre a subida das ações da Cemig na Bolsa nos dias 12, 13 e 14 de novembro, que chegaram a uma alta de cerca de 10%, um comportamento anômalo, que precedeu a entrega dos projetos de privatização do Governo de Minas na ALMG.
A valorização, antes do protocolo, indica que alguns investidores podem ter tido acesso privilegiado a essa informação, gerando lucro milionário”, afirmou Professor Cleiton.
Segundo informação do governo de Minas, “para avançar ainda mais no equilíbrio fiscal e na reestruturação do setor público, o governo protocolou, na quinta-feira (14/11), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), dois Projetos de Lei para viabilizar processo de desestatização de empresas controladas direta ou indiretamente pelo governo mineiro.”
De acordo com as informações divulgadas pela assessoria de imprensa do governo estadual, a mudanças nas empresas públicas significam compromisso da atual gestão em resolver o problema da dívida com a União. A proposta busca, também, tornar a Cemig e a Copasa empresas mais modernas e competitivas.
O dois projetos de lei foram protocolados na ALMG pelo governador em exercício, Professor Mateus. Não há data informada para a votação entre os deputados.
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.

























Respostas de 2
Tudo que é desenvolvido por Empresas particulares funciona muito bem. Basta ser do Governo e é aquela lenga , lenga e quase nada funciona . Dão desculpas de falta de pessoal porém não é isso que atrapalha. É a má vontade de trabalhar.
Esse deputado não percebe que as privatizações proporcionarão serviços mais eficientes. A função do Estado é fiscalizar o fiel cumprimento do contrato.