A Polícia Civil de Minas Gerais mantém sob sigilo as investigações sobre as circunstâncias da morte de Joice Batiston, de 27 anos, localizada desacordada e gravemente ferida na Avenida Perimetral, em Varginha (MG), na noite de sexta-feira (19/06). O desdobramento mais recente do caso ocorreu nesta terça-feira (23/06), quando a empresa de mobilidade 99 anunciou o bloqueio do motociclista parceiro responsável pela última corrida solicitada pela jovem antes do ocorrido. As autoridades locais aguardam exames periciais decisivos para apontar a causa exata do óbito.
Logo após o registro do episódio na Central de Segurança, uma equipe especializada da empresa 99 foi acionada para lidar com a situação. A empresa informou que entrou em contato com os familiares de Joice para oferecer acolhimento institucional estruturado. Além disso, foram prestadas as orientações iniciais para o acionamento do seguro de acidentes disponibilizado pela plataforma de transporte.
O benefício assegurado pela empresa engloba atendimento psicológico especializado para os parentes e o suporte financeiro para as despesas funerárias. A 99 reiterou o bloqueio do motociclista de sua base de dados enquanto as apurações continuam em andamento. A plataforma destacou ainda que permanece em total disposição para colaborar ativamente com o trabalho das autoridades.
Família contesta versão inicial de atropelamento
A ausência de respostas definitivas tem ampliado o sentimento de angústia e indignação entre os familiares de Joice Batiston. Inicialmente, os socorristas e autoridades consideraram a hipótese de um possível atropelamento, visto que a jovem foi localizada inconsciente às margens da via pública. Contudo, os parentes da jovem negam essa linha de raciocínio com base no estado do corpo.
O cunhado da vítima, Lucas Azola Cesarino, que participou do procedimento de reconhecimento oficial, apontou que os ferimentos visíveis não condizem com um acidente de trânsito. Segundo ele, Joice apresentava escoriações leves nos joelhos e graves lesões concentradas na região da face, sugerindo que ela tenha sofrido agressões físicas. A irmã da jovem, Josilene Batiston, também declarou acreditar que a vítima foi espancada.
A Avenida Perimetral, ponto onde a vítima foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros, destaca-se pelo fluxo intenso de veículos pesados e por trechos sem iluminação. Questionada sobre as condições de segurança da localidade, a Prefeitura de Varginha comunicou que possui um planejamento prévio para instalar câmeras e novas luminárias no local. Entretanto, a administração municipal não estipulou prazos concretos, justificando que a via se encontra em área rural e demanda investimentos complexos.
Informações: G1
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.
























