O BlogdoMadeira conversou nessa segunda-feira 29/4 com a advogada da família do pequeno Enrico, que busca recursos para comprar o remédio Elevidys.
Ela informou que, se a família depositasse ontem o dinheiro para comprar o medicamento, ele chegaria a tempo para aplicar no menino.
O prazo para o Enrico receber o remédio, de acordo com a advogada, é começo de setembro.
E é o tempo que a importadora levaria para trazer o medicamento. Existe uma burocracia de importação, desembaraço, a própria aquisição etc.
Ou seja, o governo conseguiu fazer aquilo que nenhum poder público pode fazer.
Além de não ajudar, ainda atrapalhou.
É uma situação grotesca, dá nojo.
A advogada disse, na entrevista, que o governo não quer dar de jeito nenhum o dinheiro para o Enrico, toda hora inventam uma desculpa.
Liberem esse recurso agora. O que importa é a vida do garoto. A janela para ele tomar o remédio está fechando.
Só para conhecimento: nos três primeiros meses deste ano, o governo Lula gastou mais de 170 milhões de reais com o cartão corporativo.

Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.






























Respostas de 7
A manifestação do Ministério Público Federal
“Neste ponto é importante compreender que o direito à saúde tem uma dimensão individual e uma dimensão coletiva, que impõe tanto a garantia da integralidade do tratamento do autor, quanto a integralidade para todos os usuários do sistema, e para tanto os recursos do SUS precisam ser utilizados de forma eficiente, para todos que dele necessitam.
Neste sentido, a jurisprudência impõe como condição que o paciente não possa arcar com os custos financeiros do medicamento, caso ele não esteja padronizado no SUS.
Desta forma, não é possível ignorar a existência de arrecadação vultosa para a compra do medicamento, e que os valores arrecadados devem ser levados em conta na aquisição do medicamento, a fim de não onerar indevidamente o SUS, quando os recursos privados podem fazer frente a parte de medicamento tão caro.”
São coisas distintas, se a família do enrico ganhou na justiça o direito de comprar o remédio, o governo tem que pagar e pronto. Os R$ 11.000.000,00 é fruto da campanha salvem o Enrico e o governo não tem nada com isto. Este dinheiro é da campanha para a família fazer o que bem entender. O governo tem mania de querer meter o bedelho em qualquer coisa. Meu Deus. Isto tem que acabar.
Devolvem os 11 milhões e peguem os 17 milhões do governo para compra do remédio.
Se a família se preocupa com o garoto abre mão dos 11 milhões, agora colocaram o dinheiro acima de tudo
17 milhões o velho do “amor” e sua “Hydrochoerus hydrochaeris” usam pra comprar lençóis egípcios e moveis faraônicos pro palácio que chamam de seu…
…”Só para conhecimento: nos três primeiros meses deste ano, o governo Lula gastou mais de 170 milhões de reais com o cartão corporativo.”
O AMOR venceu!!!
Uma pena que se politize a saúde de uma criança, chega a dar ânsia está situação. Vamos ao que interessa, o medicamento do Enrico. As paixões políticas não devem se misturar a vida de uma criança. Basta de politicagem.
Concordo.
A vida do menino vale mais do que discussão política neste momento. Mas parece que tem pessoas que apenas pensam pelo lado do conflito político partidário.