Dois vídeos registram turista de Betim na tirolesa e o clarão de um raio em São Thomé das Letras antes da turista passar mal e morrer. A causa ainda não foi confirmada.
Um vídeo gravado por drone registra o passeio de tirolesa feito pela turista que morreu no fim da tarde de domingo (28/12), em São Thomé das Letras (MG). As imagens foram compartilhadas pela família com a EPTV Sul de Minas e mostram a descida e a chegada ao fim do percurso, instantes antes de a mulher apresentar mal-estar.
Em nota, a administração da atração afirmou que a turista participou da atividade sem intercorrências durante a descida. Segundo a empresa, ela concluiu o trajeto em condições normais, chegou ao ponto final de forma tranquila e já não estava conectada aos equipamentos de segurança quando passou mal.
A empresa relatou que o episódio veio após um clarão seguido de forte estrondo, percebido em diferentes áreas da cidade, e informou que houve queda de energia em São Thomé das Letras. No momento da atividade, segundo a administração, não chovia. A equipe prestou atendimento e encaminhou a turista ao hospital, mas ela não resistiu.
Além do vídeo do drone, há um segundo registro. Ele mostra o clarão no momento em que um raio atinge a região, seguido do estrondo. Esse vídeo reforça o relato de descargas elétricas na cidade no mesmo período. Mas também não comprova, por si só, a relação direta com o mal-estar da turista — ponto que ainda depende de apuração oficial.
Polícia Civil cita ausência de acionamento de perícia
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que, até a atualização divulgada pela imprensa, não havia registro de encaminhamento do corpo ao Posto Médico-Legal nem acionamento de perícia.
Alerta de raios e orientação da Defesa Civil
Dados citados em reportagens apontam alta incidência de raios na região no domingo. Diante do cenário, a Defesa Civil reforçou orientações para interromper atividades ao ar livre durante trovoadas. Além disso, buscar abrigo em local fechado e seguro, evitando áreas abertas e estruturas metálicas.
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Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.


























Uma resposta
A tirolesa deve ter um sistema de aterramento se a análise de risco indicar a necessidade de um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), conforme as normas técnicas brasileiras.
Normas de Referência: A principal norma brasileira que rege a proteção contra raios é a ABNT NBR 5419:2015. Ela estabelece os critérios para o projeto, instalação e manutenção de SPDA. Além disso, a ABNT NBR 15508-1:2018 aborda a segurança em atividades de aventura, incluindo tirolesas, e exige que as instalações elétricas sigam as normas vigentes.