família avalia doação de órgãos

Tragédia no Sion: mulher atropelada tem morte cerebral

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No último final de semana, uma mulher foi violentamente atropelada enquanto atravessava na faixa de pedestres na Av. Dr. José Justiniano dos Reis, no bairro Sion, em Varginha. Câmeras de segurança registraram o momento do acidente, quando um veículo que não respeitou a preferência atingiu a vítima — identificada como Elisabeth Cristina de Lima, de 36 anos.

Socorrida por um bombeiro militar e pelo SAMU, Elisabeth foi levada ao Hospital Regional de Varginha, onde permaneceu em coma. Segundo familiares, ela permanecia sem resposta neurológica significativa, em estado crítico desde o acidente.

Na última atualização, Elisabeth teve morte cerebral confirmada. A família, ainda abalada, está decidindo se autoriza a doação de órgãos — um gesto que pode salvar vidas, caso seja consentido.

O que acontece agora?

  1. Morte cerebral: atesta a cessação irreversível das funções encefálicas. A partir disso, a pessoa é considerada legalmente morta, mesmo que os aparelhos mantenham a circulação e respiração.
  2. Decisão familiar: a doação depende da autorização legal da família. O coração, rins, fígado e outros órgãos dele podem ser encaminhados para transplante, caso autorizados.
  3. Liberação do corpo: se a família decidir pela doação, os órgãos serão retirados em procedimento hospitalar, com investigação e compatibilidade, e o corpo só será liberado para sepultamento após o processo.
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Situação atual

  • A vítima encontra-se em morte encefálica. A família está em processo de decisão sobre a doação. O corpo será liberado após a conclusão da avaliação e, se autorizada, após a retirada de órgãos.

Morte cerebral

Diferente do coma, a morte encefálica é irreversível. O cérebro deixa de funcionar completamente. Não há mais respiração espontânea, nem qualquer atividade cerebral. O diagnóstico é feito com exames clínicos e de imagem, seguindo um protocolo padronizado pelo Ministério da Saúde.

 

 

 

VÍDEO | Mulher é atropelada no Sion em Varginha

Respostas de 2

  1. O carro provavelmente tava em alta velocidade a ponto do motorista não observa um pessoa atravessar uma via em um sinal de pedestre 🚸

  2. Infelizmente as faixas de pedestre, em sua maioria, são mal sinalizadas, algumas encontram-se apagadas, outras com placa de sinalização em cima da faixa.
    Deveria haver sinalização bem antes da faixa, inclusive placas alertando da existência e distância, além de serem elevadas ao nível do meio fio, para possibilitar acessibilidade.
    Ao lado da igreja matriz, sentido subir avenida, a faixa está situada em local, junto parada de ônibus. Difícil saber se a pessoa estão aguardando ônibus ou querem atravessar avenida. Além do ônibus tirar a visão de pedestres e veículos.

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