Varginha reconhece terreiros como patrimônio imaterial

"Varginha reconhece terreiros como patrimônio imaterial"

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Foto: Marcus Madeira/BlogdoMadeira

A Prefeitura de Varginha homologou, em 20 de janeiro de 2026, o Decreto nº 12.531/2026, que reconhece oficialmente as comunidades de povos de terreiro como Patrimônio Cultural Imaterial do Município.

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A medida formaliza o registro no âmbito da política municipal de preservação do patrimônio cultural e consolida um marco para a valorização das tradições de matriz africana na cidade.

Processo técnico e aprovação do Conselho

O reconhecimento resulta de processo administrativo instruído com estudos técnicos e escuta qualificada das comunidades detentoras desses saberes.

A proposta recebeu aprovação do Conselho Deliberativo Municipal de Patrimônio Cultural em 27 de novembro de 2025, conforme registro na 248ª ata de reunião.

Preservação de saberes e identidade

Os terreiros são espaços de preservação e transmissão de práticas religiosas, valores civilizatórios e memórias coletivas. Além da dimensão espiritual, exercem papel relevante na formação histórica e cultural de Varginha, atuando como núcleos de organização comunitária e resistência cultural.

Com a homologação do decreto, o Município reconhece formalmente o valor cultural desses espaços e cria bases para ações de salvaguarda, educação patrimonial e promoção da diversidade.

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A iniciativa reforça o compromisso institucional com a proteção do patrimônio cultural e com o respeito às tradições afro-brasileiras que contribuíram para a construção da identidade varginhense.

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Tenda de Umbanda Caboclo Urubatã, em Varginha (MG) Foto: Marcus Madeira/BlogdoMadeira

Opiniões

Prefeito Leonardo Ciacci
“Este reconhecimento reafirma o compromisso de Varginha com a valorização da diversidade cultural e com o respeito às tradições que ajudaram a construir a nossa identidade.”

Diretor da Fundação Cultural, Marquinho Bemfica
“Ao registrar os terreiros como patrimônio imaterial, o município fortalece a política de preservação cultural e amplia o diálogo com as comunidades detentoras desses saberes.”

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