Quem tem medo do Alzheimer?

Imagem: Freepik

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Matéria para destacar o Fevereiro Roxo, que busca a conscientização no combate à Doença de Alzeheimer

A cada dia a população de idosos cresce mais. Com isso, problemas relacionados ao envelhecimento passam a ser mais observados. Ganhar mais anos, não significa ficar adoecido. O processo natural de envelhecimento, chamado senescência, acontece com todos nós. Porém, existe um maior risco do desenvolvimento de algumas patologias que o aumento da idade pode nos expor, conhecido como senilidade. Como exemplo temos as demências, sendo a mais comum a Doença de Alzheimer. Em comum, as demências alteram a função cerebral do indivíduo, levando a problemas de memória, raciocínio, linguagem e comportamento. Acaba alterando não só a rotina do idoso como também de seus familiares e cuidadores, prejudicando a saúde mental de todos. A demência é uma condição crônica e progressiva e ainda sem cura.

No caso específico da Doença de Alzheimer, acredita-se que existe um desequilíbrio na formação de proteínas no cérebro, prejudicando os neurônios, levando à degeneração e morte das células, gerando a perda gradual das funções cognitivas.

Dentre os fatores de risco, a Organização Mundial de Saúde (OMS) destaca os seguintes fatores.: baixa escolaridade, perda de audição, colesterol LDL alto, depressão, sedentarismo, diabetes, tabagismo, hipertensão arterial, abuso no consumo de álcool, isolamento social, poluição do ar, perda de visão, obesidade e lesão cerebral traumática.

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Para combater o desenvolvimento das demências, as pesquisas estão desenvolvendo novas medicações para desacelerar o processo, assim como destacando fatores de prevenção e proteção que podem ser aplicados para todos aqueles que desejam afastar essa possibilidade em suas vidas, ou amenizar o sofrimento de que já começou a ter queixas signitificativas (lentidão no raciocício, alteração da memória, desorientação, problemas em utilizar a linguagem e dificuldades em realizar atividades diárias).

São indicados para todos aqueles que querem prevenir essa condição, recomendações como: nutrição adequeada, cuidados com a saúde mental, higiene do sono, atividade física regular e em destaque, a estimulação cognitiva. A estimulação cognitiva é uma terapia para manter e ativar as funções cognitivas como: memória, atenção, linguagem, orientação e raciocínio, e visa melhorar a cognição em geral, evitar o surgimento de demências e retardar os efeitos da perda de neurônios, quando a doença já está instalada.

O objetivo maior da estimulação cognitiva é que o idoso se mantenha funcional, ou seja, com autonomia e independência para a realização de suas atividades de vida diária, lazer e socialização.

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É uma área de estudo da Neuropsicologia, dentro da Reabilitação Neuropsicológica, e deve ser conduzida por profissional especializado para conseguir realizar o raciocínio clínico, seja no atendimento em grupo ou individual.

Para conhecer mais sobre a estimulação cognitiva e seus benefícios, a neuropsicóloga Eveline Massa, especialista em Reabilitação Neuropsicológica, tem seu perfil no instagram @neuropsievemassa, e oferece atendimentos e grupos em Varginha-MG e de forma online.

Se você tem medo do Alzheimer e pensou ser importante esse cuidado, conheça mais e entre em contato para afastar esse mal, e melhorar sua qualidade de vida.

Eveline Massa é psicóloga há 20 anos, professora universitária, neuropsicóloga, especializada em Reabilitação Neuropsicológica. Atende em Varginha e de forma online.

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