O preço do improviso

"Jornalista Marcus Madeira."

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O ano começou com o pé esquerdo em Varginha.
E não é força de expressão.
Em poucos dias, acumulamos mortes violentas, acidentes graves, afogamento e cenas que expõem um problema mundial, como dependentes químicos se agredindo em plena praça pública.

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Mas há um problema ainda mais profundo, porque vai além da tragédia individual: a crise institucional.
Quando a Câmara Municipal entra em turbulência, o prejuízo não é apenas político. Ele é econômico, social e simbólico.
Crises institucionais enfraquecem a confiança.
E confiança é a base de qualquer cidade que queira crescer.
O “score” da cidade cai.
O risco-cidade aumenta.
Empresários pensam duas vezes antes de investir.
Empregos deixam de ser gerados.
E quem paga essa conta, no fim, é o contribuinte.
Uma cidade que aparece nas manchetes pela instabilidade e pelo descontrole institucional perde competitividade, dinheiro e oportunidades.
Varginha precisa virar essa página com urgência.
Com responsabilidade, com seriedade e com decisões à altura do cargo que cada autoridade ocupa.
Porque governar — e legislar — não é palco.
É dever.
E a cidade não pode continuar pagando o preço do improviso.

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Respostas de 2

  1. Em um país onde um corrupto é descondenado e vira presidente, onde a principal testemunha do caso master aparece morta dentro da Polícia Federal, o que esperar da justiça brasileira?
    No caso deste vereador, se a vítima retirou as testemunhas, mudou para longe, sabe-se lá que acordo foi feito, enfim, o que dizer? Vai virar pizza ou já virou?
    O que falta neste país é caráter, integridade moral, hombridade, serenidade, responsabilidade, vergonha na cara!

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