O ano começou com o pé esquerdo em Varginha.
E não é força de expressão.
Em poucos dias, acumulamos mortes violentas, acidentes graves, afogamento e cenas que expõem um problema mundial, como dependentes químicos se agredindo em plena praça pública.
Mas há um problema ainda mais profundo, porque vai além da tragédia individual: a crise institucional.
Quando a Câmara Municipal entra em turbulência, o prejuízo não é apenas político. Ele é econômico, social e simbólico.
Crises institucionais enfraquecem a confiança.
E confiança é a base de qualquer cidade que queira crescer.
O “score” da cidade cai.
O risco-cidade aumenta.
Empresários pensam duas vezes antes de investir.
Empregos deixam de ser gerados.
E quem paga essa conta, no fim, é o contribuinte.
Uma cidade que aparece nas manchetes pela instabilidade e pelo descontrole institucional perde competitividade, dinheiro e oportunidades.
Varginha precisa virar essa página com urgência.
Com responsabilidade, com seriedade e com decisões à altura do cargo que cada autoridade ocupa.
Porque governar — e legislar — não é palco.
É dever.
E a cidade não pode continuar pagando o preço do improviso.
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Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.

























Respostas de 2
Em um país onde um corrupto é descondenado e vira presidente, onde a principal testemunha do caso master aparece morta dentro da Polícia Federal, o que esperar da justiça brasileira?
No caso deste vereador, se a vítima retirou as testemunhas, mudou para longe, sabe-se lá que acordo foi feito, enfim, o que dizer? Vai virar pizza ou já virou?
O que falta neste país é caráter, integridade moral, hombridade, serenidade, responsabilidade, vergonha na cara!
Como é bom ler um texto bem escrito, sem tendencias como aquele rapazinho exagerado.
No aguardo de mais editoriais Madeira