Governo decreta situação de emergência por conta das doenças respiratórias

Foto: Freepik

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Em Varginha, vereador propõe campanha de prevenção e conscientização

O Governo de Minas decretou situação de emergência em saúde pública devido ao aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado.

A medida, válida por 6 meses, permite a adoção imediata de ações administrativas e assistenciais, como a contratação de profissionais e aquisição de medicamentos.

O decreto também prevê a criação do Centro de Operações de Emergências em Saúde por Síndrome Respiratória Aguda Grave (COE-Minas-SRAG), que atuará no monitoramento e na coordenação das ações durante o período de emergência.

Neste ano, até 26/4, Minas Gerais registrou 26.817 internações por SRAG e 397 mortes. Crianças de até 1 ano e idosos são a maioria das internações.

A Secretaria de Estado de Saúde começou a fazer repasse financeiro para hospitais que abrirem ou adaptarem leitos clínicos para atendimento pediátrico de SRAG.

A vacina contra a influenza (gripe) está disponível na rede pública, e agora faz parte do calendário de rotina, sendo oferecida o ano todo. Toda a população acima de 6 meses de vida pode tomar a dose gratuitamente na atual campanha.

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VARGINHA 

Em Varginha, o poder público deve começar uma campanha de prevenção e conscientização sobre a “bronquiolite”, um tipo de doença respiratória aguda que afeta principalmente crianças com menos de dois anos, causada por infecções virais.

Uma Indicação apresentada na Câmara Municipal pelo vereador Dr. Lucas, pede a realização de campanhas de prevenção e conscientização sobre a bronquiolite, com informativos divulgados no site e redes sociais oficiais da Prefeitura.

O vereador, que é médico, afirma que o inverno seco favorece o surgimento de doenças respiratórias, e a bronquiolite pode evoluir para quadros graves, como a pneumonia.

“Por ser uma doença de origem viral, a prevenção é relativamente simples. Recomenda-se que os pais e responsáveis mantenham rigorosos cuidados com a higiene das mãos de todos que tiverem contato com a criança, além de evitar a permanência dos pequenos em ambientes fechados e aglomerados, especialmente na presença de pessoas com sintomas gripais ou resfriados”, afirma Dr. Lucas.

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