Dados da Abracopel revelam aumento de vítimas no setor e Cemig orienta sobre distância mínima da rede.
Nesta sexta-feira (28/08), a Cemig reforçou as orientações de segurança para a construção civil após dados da Abracopel apontarem a categoria como líder em mortes por choque elétrico no país. O avanço das obras durante o período de estiagem amplia a necessidade de cuidados preventivos próximos à rede de distribuição.
Aumento de ocorrências e principais fatores de risco
O levantamento do Anuário Estatístico de Acidentes de Origem Elétrica registrou 208 mortes de trabalhadores do setor em 2025, superando os registros de 2024 e 2023. Entre 2013 e 2025, o número de profissionais vitimados por descargas elétricas chegou a 1.173 em todo o território nacional.
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Funções como pedreiros, pintores e ajudantes enfrentam maior vulnerabilidade em serviços executados em telhados, sacadas e fachadas. O manuseio de vergalhões, calhas metálicas, andaimes e cabos longos de rolos de pintura costuma provocar aproximações perigosas da fiação energizada.
Distância de segurança e medidas preventivas
A concessionária orienta manter um afastamento mínimo de 1,5 metro da fiação, ressaltando que redes de 13.800 volts podem gerar arcos elétricos sem necessidade de toque direto. Além do choque, as descargas provocam quedas de altura, ampliando a gravidade das lesões em canteiros de obras.
Para evitar acidentes, a recomendação é elaborar a Análise Preliminar de Riscos (APR) antes do início dos trabalhos em locais próximos à fiação pública. O planejamento preventivo atende às diretrizes da NR-10 e da ABNT NBR 16384:2020 para preservar a vida dos operários.
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Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.































