Já ouvir falar em café fake? É o apelido que deram para o “chafé”, café misturado com palha e sabe lá mais o que.
Aliás, agora sabe-se: a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fez testes e encontrou a toxina ocratoxina A (OTA) em 3 marcas.
Olha a picaretagem: uma das marcas se chama Melissa, muito provavelmente para induzir o cliente desatento à marca Melitta.
E não são café. Na embalagem consta: “pó para preparo de bebida sabor café”.
Sabor café! Tem dó.
As marcas impróprias são: Melissa, Pingo Preto e Oficial.
É uma substância tóxica e potencialmente cancerígena.

Jornalista profissional (formado em Comunicação Social e Direito), radialista e cerimonialista. Escreve sobre política desde 1993. Fundador do Jornal Folha de Varginha e Blog do Madeira. Servidor municipal. Comendador do Mérito Legislativo de Minas Gerais. Diretor de Comunicação da ACIV (Associação Comercial de Varginha) e vice-presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Varginha). Foi membro da Academia Varginhense de Letras. Diretor da Abraço e do Voluntariado Vida Viva. Comentarista político da Rádio Clube de Varginha (99,3 FM). Organizador do livro “Narrativas de Nico Vidal”. Autor do livro “Causos da Política (acontecidos em Varginha)”. Apresenta o Blog ao Vivo e o Podcast Varginha em 1 minuto ou mais. Cozinha pra família nos finais de semana (às vezes fica bom). Cruzeirense.





























Uma resposta
Infelizmente o café que é feito para o Brasil é inferior ao café que é feito para exportações, acho injusto tratar bem nossos vizinhos e os de casa dar qualquer coisa.
Sou amante de café, e já pude provar a diferença.