Anvisa proíbe venda de “cafés fake”

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Já ouvir falar em café fake? É o apelido que deram para o “chafé”, café misturado com palha e sabe lá mais o que.

Aliás, agora sabe-se: a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fez testes e encontrou a toxina ocratoxina A (OTA) em 3 marcas.

Olha a picaretagem: uma das marcas se chama Melissa, muito provavelmente para induzir o cliente desatento à marca Melitta.

E não são café. Na embalagem consta: “pó para preparo de bebida sabor café”.

Sabor café! Tem dó.

As marcas impróprias são: Melissa, Pingo Preto e Oficial.

Os produtos informavam conter “polpa de café” e “café torrado e moído”, mas utilizavam ingredientes de qualidade inferior, como grãos crus e até resíduos.
E a tal OTA é uma substância imprópria para o consumo humano, leia abaixo:
A ocratoxina A (OTA) é uma toxina que pode contaminar alimentos durante o armazenamento inadequado em ambientes úmidos e quentes.

É uma substância tóxica e potencialmente cancerígena.

Pode causar danos aos rins, ao fígado e ao sistema nervoso central.
Pode comprometer o sistema imunológico, reduzindo a resistência do organismo.

Uma resposta

  1. Infelizmente o café que é feito para o Brasil é inferior ao café que é feito para exportações, acho injusto tratar bem nossos vizinhos e os de casa dar qualquer coisa.
    Sou amante de café, e já pude provar a diferença.

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