O filme Ainda Estou Aqui venceu o Oscar na categoria de melhor Filme Internacional de 2025, levando no último domingo (2/3), a estatueta dourada.
É a primeira vez que o Brasil ganha o prêmio. “Demoramos sete anos para chegar aqui” disse Walter Salles, diretor do filme, após a vitória.

Walter também homenageou as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, mãe e filha que atuaram a advogada na produção, à quem dedicou o prêmio. “Esse filme vai para uma mulher que, após uma perda enorme por um regime autoritário, decidiu não se render: Eunice Paiva” discursou.
A obra concorria com “Emilia Pérez” (França), “A Semente do Fruto Sagrado” (Alemanha), “Flow” (Letônia), e “A Garota da Agulha” (Dinamarca).
Ainda Estou Aqui
Ainda Estou Aqui conta a história real da família Paiva, protagonizado por Eunice Paiva (Fernanda Torres), advogada e ativista que lida com o desaparecimento e assassinato de seu marido Rubens Paiva, ex-deputado que foi preso na época do regime militar brasileiro (1964-1985).
A produção foi inspirada no livro com o mesmo nome, escrito por Marcelo Rubens Paiva, filho mais novo de Rubens e Eunice.
Secretária da Argumento Jornalismo Ltda (BlogdoMadeira e Jornal Folha de Varginha). Estudante de Publicidade & Propaganda.

























