O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) conseguiu na Justiça a condenação do advogado Tonyson Henrique dos Santos por apropriação de dinheiro de clientes. A pena fixada foi de 6 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado.
A decisão atende denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Varginha, em conjunto com a Promotoria de Justiça da comarca de Elói Mendes.
Como funcionava o esquema
De acordo com a denúncia, o advogado solicitava assinaturas de clientes em diversos documentos sob o argumento de que entraria com ações judiciais para retirar os nomes deles de cadastros de proteção ao crédito.
No entanto, segundo o Ministério Público, o profissional ficava com os valores obtidos em acordos ou decisões judiciais, sem repassar o dinheiro aos clientes.
A Justiça reconheceu a prática de 13 crimes de apropriação indébita. Além da pena de prisão, o advogado também foi condenado ao pagamento de multa de R$ 43 mil.
Segundo o Ministério Público, a abertura de centenas de ações desse tipo acabou sobrecarregando as Varas Cíveis das comarcas da região, prejudicando cidadãos que realmente necessitavam dos serviços da Justiça.
Por causa desse problema, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) criou o Núcleo de Monitoramento de Perfil de Demandas, com o objetivo de identificar e combater esse tipo de prática no Judiciário.
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Graduada em jornalismo pela Unifenas – Universidade de Alfenas, em 1995
Experiência como repórter, produtora, editora e apresentadora em emissoras de rádio de Alfenas e Varginha, e como assessora de imprensa da Superintendência Regional de Ensino e da Prefeitura de Varginha.
Desde 2009 atua na rádio Itatiaia Sul de Minas, em Varginha, e desde 2024 no Blog do Madeira.


























Uma resposta
Dinheiro que ele apropiava , deve ser honorários e o pagamentos que os clientes faziam pra ele pagar as dividas para os credores.
Ou não é ?!